Frequência Cardíaca Máxima

A Frequência Cardíaca Máxima (FCM) é o número máximo de batimentos que o seu coração é capaz de efetuar num minuto. Além de testes laboratoriais para verificar a FCM de um indivíduo, há algumas fórmulas para estimá-la.


Porém, para não sobrecarregar seu coração e garantir um maior controlo do treino, os especialistas recomendam que sejam respeitadas as diferentes “zonas de treino”, de acordo com seu nível de atividade física e objetivos.

O aumento da carga durante um exercício físico aumenta, de forma proporcional, a frequência cardíaca do indivíduo até que esta chegue a um valor máximo, que não pode ser ultrapassado por aumentos na carga e nem por adaptações ao treino.[1]

Ela é uma variável amplamente utilizada pela sua facilidade e praticidade dos resultados obtidos, e é utilizada para determinar respostas cardiovasculares durante o exercício e a recuperação, entre outras.

Há evidência de que a frequência cardíaca máxima muda com o nível da condição aeróbia do indivíduo. Ela diminui quando há ganhos na capacidade cardiovascular, e aumenta quando diminui o nosso nível de capacidade. Uma pessoa destreinada pode experimentar um decréscimo de 7% na frequência cardíaca máxima com o treino.

A frequência cardíaca máxima pode ser obtida com um teste de esforço máximo ou estimada por fórmulas de predição.

Fórmulas

Para praticantes de exercício físico, uma das típicas fórmulas e que se usou durante muitos anos foi: 220 – idade [3]. Esta fórmula é um pouco controversa porque não reflete as diferenças das idades na frequência cardíaca.

Uma fórmula mais atual, num estudo publicado no Medicine & Science in Sports & Exercise Journal, é: 206,9 – (0,67 x idade).

Existem muitas outras fórmulas para estimar a frequência cardíaca máxima, esta variedade demonstra a dificuldade de se obter uma única fórmula universal. Elas variam, principalmente, de acordo com as peculiaridades da população estudada. Estas fórmulas podem obter valores significativamente diferentes entre a frequência cardíaca maxima real e estimada.[4] É necessária uma análise criteriosa para a seleção de uma equação junto a um determinado público específico, não podendo, assim, generalizar o emprego de uma única equação.[5]

Testes de esforço máximo

Teste ergométrico em cicloergômetro.

Este tipo de teste é frequentemente realizado em passadeiras/esteiras ergométicas ou cicloergômetros. A escolha do equipamento é realizada conforme as limitações do paciente ou a especificidade do desporto praticado pelo atleta. Por exemplo, uma pessoa com limitação motora nos membros inferiores pode utilizar o cicloergômetro de manivela, assim como um atleta que usa predominantemente os membros superiores como um canoísta.

O teste de esforço máximo é utilizado, a priori, para encontrar outras variáveis fisiológicas, como o consumo máximo de oxigênio (VO2máx.) ou alterações na função cardíaca.

Durante o teste, o indivíduo exercita-se enquanto é monitorado por um eletrocardiograma. A intensidade do exercício é constantemente elevada até que alguma função cardíaca alterada seja percebida ou o indivíduo chegue a exaustão. É indicado que este teste seja realizado no início de um programa de atividades física. Este teste deve ser acompanhado por um médico cardiologista.

Quando comparada, a frequência cardíaca máxima obtida por teste de esforço máximo é referida como real, enquanto a frequência cardíaca máxima obtida por fórmulas de predição é referida como estimada.

Protocolos mais conhecidos:

• Protocolo de Rampa;

• Protocolo de Bruce;

• Protocolo de Ellestad;

• Protocolo de Naughton;

• Protocolo de Balke.



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